Nova etapa do projeto reúne Prefeitura de Vitória, Extrafrutti e Zé Coxinha em uma experiência que aproxima os alunos de desafios já presentes no mercado. Com inscrições abertas para o Vest Fucape 2026.2, a Fucape convida novos alunos a vivenciarem uma formação conectada à prática

Quando grandes marcas trazem o desafio, a formação responde em campo
O mercado muda rápido demais para caber apenas na teoria. Diante de desafios concretos, a formação ganha profundidade, sai do campo da hipótese e passa a exigir leitura de cenário, estratégia e repertório para construir solução.
Essa foi a proposta de mais uma etapa do Hands-on, que reuniu Prefeitura de Vitória, Extrafrutti e Zé Coxinha. Em comum, desafios que aproximam os alunos de situações que exigem raciocínio, maturidade de análise e inovação.
É esse encontro entre mercado, prática e formação que faz da Fucape a escolha de quem quer construir uma trajetória de relevância no mundo dos negócios. Com inscrições abertas para o Vest Fucape 2026.2, experiências como essa já revelam aos próximos alunos o valor de uma formação conectada a diferentes realidades do mercado.
Três marcas, três desafios, uma formação conectada ao que o mercado precisa.
Prefeitura de Vitória: quando o futuro da cidade entra na sala de aula

Qual é o maior desafio das cidades contemporâneas?
A Prefeitura Municipal de Vitória levou essa reflexão ao Hands-on ao propor aos alunos uma pergunta diretamente ligada ao futuro da gestão pública: como Vitória pode evoluir para uma cidade ainda mais inteligente, orientada por dados, integrada, preditiva e sustentável, gerando valor público mensurável para a população?
“Construir uma cidade é um esforço coletivo, que une governo, sociedade e instituições de ensino, gerando oportunidades de crescimento para todos. Ao aproximar os estudantes dos desafios reais da sociedade, abrimos caminho para soluções inovadoras em benefício da população. Foi com esse propósito que buscamos os alunos da Fucape”, destaca o Secretário de Gestão e Planejamento, Regis Mattos.
Ao aproximar os estudantes desse cenário, o desafio amplia o olhar sobre inovação e reforça o papel estratégico da gestão pública na construção de cidades mais eficientes, conectadas e preparadas para o futuro.
Extrafrutti: reduzir perdas também é ampliar inteligência de operação
No desafio proposto pela Extrafrutti, a questão central foi clara: como reduzir significativamente o desperdício de frutas, verduras e legumes ao longo da cadeia, da compra à logística e ao ponto de venda?
Em um cenário impactado por clima, sazonalidade, rupturas, promoções e competitividade, reduzir perdas também significa ampliar eficiência, precisão e capacidade de resposta ao longo de uma operação que atende B2B e B2C.
“A maçã, justamente um alimento tão valioso, é hoje o item com maior índice de descarte. Mas o que não pode ser comercializado não se perde: é transformado em adubo, fechando esse ciclo com consciência ambiental”, afirma a Diretora de Serviços Compartilhados do Extrafrutti, Flávia Raposo.

Zé Coxinha: no mercado, vencer a atenção também é estratégia

Com o Zé Coxinha, o desafio levou os alunos para outro território decisivo do mercado: como posicionar estrategicamente a coxinha congelada para que ela se torne a escolha preferida do consumidor na gôndola?
“A missão não é criar um produto, é vencer a guerra da atenção e percepção de valor. Precisamos ter uma estratégia para que, diante de tantas marcas, o cliente escolha o produto congelado na gôndola”, reforça o Consultor de Negócios das franquias do Zé Coxinha, Herman Merçon.
O debate abriu espaço para pensar atenção, percepção de valor e preferência de marca em um ambiente altamente competitivo.