Vilas para os nômades digitais – A Tribuna / Prof. Dr. Bruno Felix

Outra consequência do home office foi o surgimento de comunidades voltadas a servir de moradia e turismo para os trabalhadores do home office. Sem a necessidade de estar diariamente na empresa, surgiu um nicho de trabalhadores: os nômades digitais. É assim que são chamados os viajantes e trabalhadores remotos.

Trata-se de um grupo de profissionais que usam a tecnologia para trabalhar, enquanto se deslocam pelo mundo. Uma vez que podem trabalhar de qualquer lugar, essas pessoas acabam escolhendo por fazer do mundo sua casa. De olho neles, foram criadas comunidades em determinadas regiões visando reunir esse grupo. Já há propostas de vilas no Nordeste do País e em nações europeias, como Portugal, especificamente a Ilha da Madeira.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

Patrícia Meireles

Comunicação Fucape

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